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Construir moradia para as classes menos favorecidas. Esta foi a prioridade da CEHAB-RJ ao longo de sua existência.

Assim, procurando minorar os efeitos das pressões econômicas que atuavam sobre a população favelada, a CEHAB-RJ iniciou suas atividades, construindo, num período inferior a 3 anos, os conjuntos de Vila Aliança, em Bangu; Vila Kennedy, em Senador Camará; e Vila Esperança, em Vigário Geral, que abrigaram, de imediato, uma população de 37.000 habitantes oriundos de 32 favelas erradicadas, parcial ou totalmente, no mesmo período. Ainda nesta época, com recursos exclusivos do Estado,a Companhia construiu os Conjuntos Habitacionais Dona Castorina, Álvaro Ramos, Marquês de São Vicente, Vila Isabel e Santo Amaro, que contemplou, preferencialmente, aos servidores estaduais de menor renda, entregando, no período 1963/65, 7.981 unidades habitacionais, beneficiando aproximadamente 40.000 pessoas.

Com a criação do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e com recursos do extinto Banco Nacional de Habitação (BNH), pôde a Cehab-RJ estender o seu programa habitacional, além da população favelada, atendendo também trabalhadores com renda até 3 salários mínimos.
Até 1974, foram construídos 32 conjuntos habitacionais, num total de 40.277 unidades, favorecendo cerca de 215.000 pessoas.

Dentre as construções executadas neste período, destaca-se, por sua grandeza física e impacto social, há que se destacar o Programa Chisam/7 de Setembro, realização que superou todos os empreendimentos anteriores, totalizando 18.200 unidades residenciais, propiciando atendimento para 91.000 pessoas, transformando-se num marco da política habitacional do país.

É oportuno destacar, dentro do Programa Chisam/7 de Setembro, a construção do Conjunto Dom Jaime de Barros Câmara, com 7.000 unidades habitacionais, dispostas em 180 blocos de apartamentos, com um, dois ou três quartos. Foi considerado, à época, o maior projeto habitacional da América Latina, com uma população de 35.000 habitantes, portanto, maior que muitos municípios do Estado do Rio de Janeiro.


Em 1975, com a fusão dos antigos Estado da Guanabara e do Estado do Rio de Janeiro e com a consequente incorporação do acervo da COHAB-RJ, a CEHAB integrou ao seu patrimônio os Conjuntos Habitacionais, Itaúna; Mahatma Gandhi, João XXIII, Padre Lebret, Prefeito Cícero Garcia Bastos, Diamantes, Guadalajara, Jardim Catarina, Roberto Silveira, Alair Pires, Bingen, Santos Dumont, Tertuliano Potyguara, Rio das Flores, Cordeiro, Nilo Peçanha, Jardim Jasmim, Almirante Luís Felipe Saldanha da Gama, Porciúncula, Sesquicentenário, Presidente Humberto A. Castelo Branco, num total de 6.560 uhs, com atendimento a cerca de 32.800 pessoas. A partir de 1975, até os dias atuais, a Cehab-RJ prosseguiu sua meta de construir moradias para o seguimento populacional de menor poder aquisitivo, agora, voltada também para os trabalhadores com renda de até 10 salários-mínimos, que se habilitaram a ocupar unidades construídas, através do Sistema de Inscrição Pública.

Assim, no período, foram construídos ou incorporados ao seu patrimônio, 128 Conjuntos Habitacionais, com 58.074 unidades residenciais e o atendimento a aproximadamente de 290.000 pessoas.

Além da produção de unidades habitacionais, a Cehab-RJ desenvolveu inúmeras outras atividades, sempre voltadas para o bem estar social da população de baixa renda, dando-lhes melhores condições de moradia.

Cabe destacar, entre essas ações, a erradicação e/ou urbanização de favelas, a recuperação de blocos de diversos conjuntos residenciais, a titulação de lotes, em áreas próprias ou desapropriadas pelo Governo do Estado, a criação de empregos indiretos, o progresso de diversas regiões do Estado, principalmente na Zona Oeste, do município do Rio de Janeiro, que, com certeza, contribuíram para a melhoria de vida dos cidadãos do Estado do Rio de Janeiro.
 

 


 

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